terça-feira, 26 de abril de 2005

Almost Normal





You Are 55% Normal

(Somewhat Normal)









While some of your behavior is quite normal...

Other things you do are downright strange

You've got a little of your freak going on

But you mostly keep your weirdness to yourself


Yesss!!! I knew it!!!!!

Incrível! Eu sempre soube que Londres era a minha cidade, mas fiquei parva quando um simples teste (ou um teste simples) o confirmou!!!







You Belong in London


A little old fashioned, and a little modern.

A little traditional, and a little bit punk rock.

A unique woman like you needs a city that offers everything.

No wonder you and London will get along so well.


What City Do You Belong in? Take This Quiz :-)



Find the Love of Your Life
(and More Love Quizzes) at Your New Romance.



terça-feira, 12 de abril de 2005

Garden State

“I know it hurts. But it's life, and it's real. And sometimes it fucking hurts, but it's life, and it's pretty much all we got.”


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quinta-feira, 7 de abril de 2005

Estou viciada!

I am "the boner that brushes up against you in the elevator"!!!


Made by the fine folks at
daylighttwilight.com

terça-feira, 5 de abril de 2005

Vou descobrir quem sou!

Quando chegar ao centésimo teste hei-de chegar lá...

sábado, 26 de março de 2005

What Smashing Pumpkins song am I?

thirty-three
You are "Thirty-Three" from the album
"Mellon Collie and the Infinite
Sadness."

What Smashing Pumpkins Song Are You (lots of outcomes)?
brought to you by Quizilla

Voltar à Nazaré

Ver: Eternidade

Voltei à Nazaré num dia de inverno. Cheguei cedo. As ruas tinham ainda pouca gente e a praia estava cheia de gaivotas que descansavam na areia. O céu estava limpo e o cheiro do mar pairava por todo o lado.
É sempre bom ir à Nazaré num dia assim. Aproveitar o que de melhor tem e sentir-lhe o cheiro. o cheiro da Nazaré é totalmente indescritível. O mar, a areia, as pessoas, as ruas nem sempre muito limpas (se bem que a Nazaré, parece-me, está a ficar cada vez mais limpa). Até as casas de banho têm um cheiro próprio (todas, por muito limpas que estejam). Passei grande parte da minha infância na Nazaré. Quando ainda havia espaço para brincar na areia e as pessoas não eram tantas como agora. Para mim, a Nazaré no verão tornou-se insuportável. Não há espaço na areia, há gente em todo o lado, há filas. Eu gosto de confusão mas depois do ano inteiro em Lisboa, prefiro ver menos gente e ter mais espaço à minha volta.
Sinto-me triste por a Nazaré que eu conheci já não existir. E por nao gostar muito da nova. Agora, ir à Nazaré no inverno é a unica opção. E gosto. Gosto que haja uma Nazaré no inverno. Gosto de poder lá voltar e de o fazer mesmo.
Desta vez não tinha máquina fotográfica. Mas tirei umas quantas de memória. E guardo-as aqui. Para nunca me esquecer da areia que enterrou parte do meu passado. E para lá voltar sempre.

Cutie Pie

Ohh, não consigo deixar de "postar" as fotos do témis.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2005

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2005

Too much love...



A minha Blythe, Constança, e o Artémis, o meu charmoso gato preto.

sábado, 12 de fevereiro de 2005

Carnaval

Na terça foi carnaval. Na verdade, já não sei o k isso é... é outro dia de entre os dias... só um dia. as máscaras já não fazem sentido, apesar de às vezes se querer ser quem e o que não se é. Sim, deve ser esse o dia de carnaval. O dia de ser o que se quer, quem se quer... de fazer o que não se pode fazer nos outros 365 ou 364 dias do ano. Afinal, ninguém leva a mal! - é o que diz o ditado popular. Não sei se a palavra ditado é a mais certa, mas é o que se diz no carnaval. Nesse dia ninguém é louco ou parvo. Cada um escolhe o que vai ser. Uma joaninha ou um diabo ou uma fada ou uma borboleta ou um anjo ou o abominável homem das neves ou o capuchinho vermelho ou uma princesa ou um rei ou uma bailarina ou o super homem .......................... ou .......................... ou ................................. pregar partidas à vida...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2005

quinta-feira, 30 de dezembro de 2004

Degraus



Agora que vem aí um ano novo (são só mais dias) é costume olhar-se para trás e fazer-se resoluções para o futuro.
Esta foto? Acho que umas escadas se podem comparar aos dias e, consequentemente, à vida, dia após dia. Às vezes tropeçamos, outras subimos dois degraus de uma vez, outras ainda nos esquecemos de alguma coisa num degrau e voltamos atrás... E assim vamos vivendo, degrau após degrau... É claro que esta é uma visão reducionista da coisa (também chamada de vida). Mas mesmo assim, espero que todos os dias das nossas vidas sejam uma escada bonita, com algumas partes em caracol e com degraus baixinhos, fáceis de subir. E espero, principalmente, que a subida nos dê muito prazer.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2004

Before Sunrise

"Can the greatest romance of your life last only one night?"





"If there's any kind of magic in this world, it must be in the attempt of understanding someone, sharing something. I know, it's almost impossible to succeed, but... who cares, really? The answer must be in the attempt."


A primeira vez que vi este filme tinha cerca de 16 anos. Acho que não poderia ter havido uma melhor idade para ver um filme assim.
Um gajo e uma gaja conhecem-se num comboio e passam uma noite em Viena.
É só isto e já é isto tudo. Duas personagens: um jovem norte-americano - Jesse (Ethan Hawke) - e uma rapariga francesa - Celine (Julie Delpy). Podia ter sido qualquer pessoa. Isso é uma das coisas que me fascina no filme, é que podia ter sido eu, ou o meu vizinho do lado, ou o vizinho dele. São pessoa normais, com vidas normais, cheias de sonhos, desilusões, medos, vergonha, amor para dar... Conheceram-se num comboio, sim, num comboio, o sítio ideal para conhecer pessoas. Não, não foi num avião.
Passam 14h em Viena, na rua, em transportes públicos, cafés, numa discoteca (aquelas que vendem discos), num parque de diversões, num cemitério, numa igreja, num jardim...
O filme fala de amor, tema já abordado por milhares de filmes. O que o distingue dos outros? Bem, quase tudo, acho que o próprio amor. A simplicidade do próprio amor. A sinceridade, hoje em dia difícil de encontrar, necessária ao próprio amor. E não consigo deixar de escrever a palavra amor em todas as frases, já que o filme transborda amor, em todas as suas vertentes.
Os diálogos de Jesse e Celine (posso tratá-los assim, conheço-os tão bem) são absolutamente brilhantes. As ideias, os ideiais, a forma de ser e de estar de quem ainda acredita na vida e no amor.

Celine: If there's any kind of magic in this world, it must be in the attempt of understanding someone, sharing something. I know, it's almost impossible to succeed, but... who cares, really? The answer must be in the attempt.

Celine: We're all happy and free as long as I can fuck as much as I want.

Celine: No, then it sounds like a male fantasy. Meet a French girl on the train, fuck her, and never see her again.

Celine: You know, I have this awful paranoid thought that feminism was mostly invented by men so that they could like, fool around a little more.

Jesse: I don't know, I think that if I could just accept the fact that my life is supposed to be difficult. You know, that's what to be expected, then I might not get so pissed-off about it and I'll just be glad when something nice happens.


A forma como as duas personagens se vão relacionando ao longo da noite, à medida que se vao conhecendo melhor, que a noite avança e o tempo para ficarem juntos começa a diminuir.

Celine: You know what I want?
Jesse: What?
Celine: To be kissed.
Jesse: Well I can do that.

Os olhares.

Celine: I like to feel his eyes on me when I look away.

A nova vertente de pedinte!!! (passei o poema aqui)


Amanhece. Voltam à vida real.

'The years shall run like rabbits,
For in my arms I hold
The Flower of the Ages,
And the first love of the world.'

W. H. Auden


O filme é de 1995 e o realizador, Richard Linklater, ganhou o Urso de Prata de Berlim.

terça-feira, 21 de dezembro de 2004

Snail

All your seven dreams
Look close, son, and you'll believe
As your things come undone
See you are the only one

Flower, seize the hour I did
I wait
Waiting, waiting for your wake
I'll wait

When you wake up you're all weak
Throwing your life away
Someday, sorry coming home
Sorry snail
What you wait for

Flower, the pain will wash away, away
When the sun shines
Climbs through your window into your bed

When you wake up you're all weak
Throwing your life away
Someday, sorry coming home
Sorry snail
Down in my heart

Flower save the hours
Flower away

What you wait for
Flower chase the sunshine
Flower chase the sunshine
Flower



      The Smashing Pumpkins

      domingo, 19 de dezembro de 2004

      O Principezinho

      Que personagem sou eu?

      pilot.
      You are the pilot.


      Saint Exupery's 'The Little Prince' Quiz.
      brought to you by Quizilla

      quarta-feira, 15 de dezembro de 2004

      Constança

      Estou tão orgulhosa...

      quarta-feira, 27 de outubro de 2004

      É assim que tem de ser?

      Acho que, tirando as recordações, tudo acaba por ser esquecido...
      As pessoas vêm e vão nas nossas vidas... as paixões, os amores e até as amizades. As amizades... estas transformam-se num "olá, tudo bem?". Melhores amigos deixam de o ser, são agora conhecidos, ou quase nada. Ora, se calhar, é o ciclo da vida, é assim que tem de ser.
      Não sei... a mim assusta-me saber que vou cair no esquecimento e que vou esquecer. Que já esqueci. Que já fui esquecida. Não consigo deixar de me assustar... Acho que a palavra é "transitoriedade" (que, aliás, eu adoro).
      Sinto que, neste momento, estou a perder pessoas de quem gosto, e que estou a ser perdida... Mas nem tudo é mau, vêm outras pessoas e, apesar de não serem totalmente satisfatórios, os reencontros (alguns) vestem-se de uma magia apaziguadora (ou não, se provocarem mais constrangimento que prazer).
      Pois é... parece-me que o saldo não é positivo...
      Que fazer? Trabalhar para evitar o afastamento (ou esquecimento) ou aceitar o facto de que, se calhar, é o ciclo da vida? Acho que a resposta está noutra pergunta. Afinal, o que queremos? Esquecer, afastar-se, ou manter laços para sempre? Antes de se saber o que se vai fazer, tem que se decidir o que se quer.
      Quero-te para sempre? É assim que tem de ser?

      segunda-feira, 18 de outubro de 2004

      "You Stupid Man"

      Quantas de nós já não utilizaram ou tiveram vontade de utilizar esta expressão?

      sábado, 18 de setembro de 2004

      O Tempo

      Fiz uma série de resoluções...
      Bem, foram só 3, uma fácil, uma muito díficil e uma ainda incerta e enevoada.
      Tenho vindo a adiá-las há um tempo, a pensar que fica pra depois, daqui a uns tempos...
      Mas não quero adiar mais, quero que o momento ideal seja agora, aproveitar todo tempo que tenho, antes que ele me pregue uma partida...


      Excerto de "As I Walked Out One Evening ", escrito em 1937

      "The years shall run like rabbits,
      For in my arms I hold
      The Flower of the Ages,
      And the first love of the world.

      But all the clocks in the city
      Began to whirr and chime:
      O let not Time deceive you,
      You cannot conquer Time."

      W. H. Auden